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Segundo a Organização das Nações Unidas, o direito à alimentação adequada é um direito humano inerente a todas as pessoas. Esse direito inclui o acesso regular, permanente e irrestrito, quer diretamente ou por meio de aquisições financeiras, a alimentos seguros e saudáveis, em quantidade e qualidade adequadas e suficientes, correspondentes às tradições culturais do seu povo e que garanta uma vida livre do medo, digna e plena nas dimensões física e mental, individual e coletiva.

 

Os alimentos contêm sete componentes básicos: Carboidratos, Proteínas, Gorduras, Vitaminas, Minerais, Fibra e Água.

 

CARBOIDRATOS

Carboidratos fornecem o combustível básico para seu corpo. O carboidrato mais simples é a glicose, também chamada de `açúcar do sangue` e `dextrose` que fluem na corrente sanguínea para estar disponível a cada célula de seu corpo. Suas células absorvem glicose e a convertem na energia utilizada pela célula. Especificamente, um conjunto de reações químicas na glicose cria ATP (adenosina tri-fosfato) e uma ligação de fosfato nas energias de ATP cria a maioria da maquinaria em uma célula humana.

Se você beber uma solução de água e glicose, esta passa diretamente do sistema digestivo para a corrente sanguínea, consequentemente seu fígado “não trabalha”. 

O fígado converte a frutose em glicose, portanto, “realiza trabalho”. 

O carboidrato possui este nome porque a glicose é formada de carbono e água. A glicose é um açúcar simples, por isso, tem um gosto doce para nossa língua. A fórmula química da glicose é C6H12O6

A frutose é o principal açúcar das frutas. A frutose tem a mesma fórmula química da glicose, mas a organização dos átomos é um pouco diferente (C6H12O5)

A sacarose, também conhecida como ` açúcar branco` ou `açúcar de mesa`, é constituída de uma molécula de glicose ligada a uma de frutose (C12H22O11)

A lactose (açúcar encontrado no leite) é produzida a partir de uma molécula de glicose ligada a uma de galactose (C12H22O11)

A galactose e a frutose tem os mesmos componentes químicos que a glicose, mas a organização dos átomos é diferente. O fígado também converte a galactose em glicose, portanto, “realiza trabalho”.

A maltose, o açúcar encontrado no malte, é produzido a partir da ligação de dois átomos de glicose (C12H22O11·H2O) 

A glicose, a frutose e a galactose são monossacarídeos e são os únicos carboidratos que podem ser absorvidos pela corrente sanguínea através da parte interna do intestino. A lactose, a sacarose e a maltose são dissacarídeos (eles contêm dois monossacarídeos) e são facilmente convertidos em suas bases monossacarídeas pelas enzimas no trato digestivo.

Monossacarídeos e dissacarídeos são chamados de carboidratos simples. Eles também são açúcares, têm sabor doce, são digeridos e entram na corrente sangüínea de forma muito rápida. Quando voce, ao olhar o rótulo de `informações nutricionais` de uma embalagem de alimentos e ver `açúcares` abaixo da parte que fala de `Carboidratos`, é desses açúcares simples que o rótulo está falando.

Também existem carboidratos complexos, normalmente conhecidos como amidos. Um carboidrato complexo é composto de cadeias de moléculas de glicose.

Amido é a maneira que as plantas usam para armazenar energia (elas produzem glicose e formam cadeias com estas moléculas para formá-los). A maioria dos grãos (trigo, milho, aveia, arroz) e alimentos como batatas e bananas são ricos em carboidratos complexos. Seu sistema digestivo quebra um carboidrato complexo em moléculas de glicose para que esta glicose possa entrar na sua corrente sanguínea. No entanto, leva muito mais tempo para quebrar o amido.

Se você beber uma lata de refrigerante cheia de açúcar, a glicose entrará na corrente sanguínea em uma taxa de 30 calorias por minuto. Um carboidrato complexo integral é digerido muito mais vagarosamente, o que faz com que a glicose entre na corrente sanguínea a uma taxa de apenas duas calorias por minuto.

Você deve ter ouvido falar que comer carboidratos complexos faz bem, mas que o açúcar não. Você pode até mesmo ter sentido isso no seu próprio corpo. A seguinte citação do Guia para a Nutrição das Crianças de Yale explica porque:

Se os carboidratos complexos integrais são quebrados em monossacarídeos nos intestinos, antes de serem absorvidos pela corrente sangüínea, porque eles são melhores do que o açúcar refinado ou outros di- ou mono-sacarídeos? Isso tem muito a ver com o processo de digestão e absorção. Os açúcares simples requerem pouca digestão, e quando uma criança come um alimento doce (como uma barra de chocolate recheado ou uma lata de refrigerante) o nível de glicose do sangue se eleva rapidamente. Em resposta, o pâncreas produz uma grande quantidade de insulina para evitar que os níveis de glicose no sangue se elevem muito. Esta grande resposta de insulina, por sua vez, tende a fazer o nível de açúcar do sangue cair depois de 3 a 5 horas depois da barra de chocolate ou da lata de refrigerante ser consumida. Esta tendência de queda do nível de glicose no sangue pode, então, levar ao surgimento da adrenalina, que por sua vez pode causar nervosismo ou irritabilidade. O mesmo `efeito montanha russa` de níveis de glicose e hormônios não ocorre depois de comer carboidratos complexos integrais ou após ter uma refeição balanceada, porque os processos de digestão e absorção são muito lentos.


O estado nutricional das crianças e dos adolescentes é de grande importância para seu crescimento e desenvolvimento, tanto físico como intelectual.

Estado nutricional é o grau de adequação das características anatômicas e fisiológicas do individuo, comparando com parâmetros definidos como normais. Também pode ser expresso como o resultado do balanço entre a ingestão e as perdas ou gasto de nutrientes.

O Sistema imunológico é composto por células que atuam por meio de mecanismos de defesa no combate à micro-organismos invasores que causam doenças.

A desnutrição é uma síndrome e tem como causas diversos fatores, normalmente associados à pobreza e à falta de alimentos dela decorrente.

A obesidade cresce em níveis alarmantes, principalmente entre as crianças e os adolescentes. O número cresce muito mais que a queda da desnutrição. Esse fato é evidenciado em todo o mundo, fenômeno chamado de Transição Nutricional e Epidemiológica. É uma doença e pode acarretar várias complicações, como diabetes, hipertensão, doenças do coração e, até mesmo, ser fator determinante de alguns cânceres. Estudos também mostram que a obesidade está associada a problemas psicológicos e à depressão.

É causada por vários fatores, dentre eles destacam-se fatores genéticos, psicológicos, culturais e ambientais. Na maioria das vezes esses fatores levam a um consumo excessivo de alimentos energéticos, promovendo o acúmulo de gordura corporal. A obesidade na infância e na adolescência é um problema considerado de saúde pública, tanto em países desenvolvidos, como os Estados Unidos e Inglaterra, quanto em países em desenvolvimento, como é o caso do Brasil. Sabe-se que a chance de uma criança obesa ser um adulto obeso é de 50%, e no caso de adolescentes esse percentual sobe para 70%. Esses dados mostram o quanto é importante a prevenção dessa doença.

O fator genético exerce papel fundamental na determinação da obesidade infantil, pois a presença de obesidade nos pais permite que as influências ambientais atuem de forma mais acentuada nos filhos. O nosso material genético (DNA) é formado por pequenas partes chamadas de genes. Sabe-se que em alguns desses genes existem informações para o estabelecimento do peso corporal. Quando a criança tem pais obesos, essas informações acabam se expressando de forma mais intensa que nas crianças de pais não-obesos. Algumas estimativas apontam que crianças com pais obesos têm 80% de chances de se tornar um adulto obeso, comprovando, portanto, que a genética é um forte agente para o estabelecimento do peso da criança.

O fator psicológico influencia na obesidade e exerce sua contribuição principalmente nos adolescentes. Esse período do ciclo de vida é marcado por transformações físicas em decorrência do processo da puberdade, além disso, as mudanças sociais e a construção da personalidade também ocorrem nessa fase. Todo esse processo de alteração do crescimento de forma acelerada tem efeito no comportamento alimentar, podendo gerar episódios frequentes de superalimentação, favorecendo então o ganho de peso corporal. Por ser uma fase de instabilidade emocional, a influência ambiental atua de forma decisiva no comportamento alimentar e consequentemente na determinação do peso corporal. Sabe-se, também, que o estímulo à alimentação, seja visual ou olfativo, em pessoas obesas está mais aguçado, então a chance de ingestão de alimentos em horários errados por uma pessoa obesa também é maior, pois esses indivíduos teriam maior dificuldade de controlar essa “vontade de comer”. A depressão e a ansiedade são problemas emocionais intimamente ligados à obesidade, podendo acarretar episódios compulsivos de alimentação, na busca pela fuga dos problemas, gerando um sentimento de culpa, que agrava o processo de depressão e se transforma em um círculo vicioso.

Os fatores culturais que interferem no estado nutricional de crianças e adolescentes apresentam-se de forma interligada com os demais fatores. Porém, é importante destacá-los e apontar a maneira com que eles contribuem para o crescente quadro de obesidade em nossas crianças e adolescentes. Persiste a cultura de se celebrarem festas com comida em excesso. Esse tipo de cultura estimula o consumo de alimentos e também o desperdício, sendo ambos prejudiciais, pois, além de contribuírem para o aumento do peso corporal, também envolvem toda a problemática em termos sociais e ambientais, que é a questão do lixo produzido.

Comer mais que o necessário é frequentemente visto nas crianças, pois algumas delas colocam mais comida no prato do que realmente conseguem comer, isso pode ser fruto de uma alimentação errada desde os primeiros anos de vida. Devemos colocar no prato somente aquilo que for necessário para saciar a fome.

A qualidade da comida também é avaliada dentro dos aspectos culturais. Na maioria das vezes, o valor energético dos alimentos é elevado, devido à utilização de ingredientes gordurosos. Também temos o costume de usar muito açúcar, seja pra fazer um doce ou adoçar bebidas. Essas práticas fazem a qualidade da comida, no que diz respeito a valores nutritivos, ser inferior ao necessário, pois a gordura e o açúcar não acrescentam vitaminas e minerais, sendo o que chamamos de calorias vazias. A cultura de um povo pode ser influenciada pela cultura de outros povos. Esse fato tornou-se mais comum com a globalização. Atualmente o Brasil está passando por uma enorme influência da cultura norte-americana, principalmente nos aspectos alimentares. A cultura americana é sustentada na correria do dia-a-dia. O mercado de fast foods (comida rápida) abraçou essa causa e se proliferou por todo o território dos Estados Unidos. Geralmente os produtos ofertados pelos fast foods levam muita gordura em sua composição, principalmente gordura saturada e gordura trans como é o caso dos hambúrgueres e pizzas, sorvetes e tortas. Também é comum o uso de açúcar em excesso na fabricação de certos alimentos, como os refrigerantes e as sobremesas. A oferta de fibras alimentares por esses estabelecimentos é muito baixa. Isso pode ser verificado observando-se a quantidade de verduras e sucos puros ofertadas. Podemos perceber que raramente há a presença desse grupo dos alimentos, e quando há, a quantidade é muito reduzida.

A Gordura saturada é um tipo de gordura presente em alimentos de origem animal. O consumo desse tipo de gordura deve ser moderado, porque quando consumido em grandes quantidades aumenta o risco de desenvolvimento de doenças do coração.

Hoje já temos crianças com colesterol alto, hipertensão e diabetes. O que antes era doença de idosos agora está aparecendo com maior frequência nas fases iniciais da vida devido aos maus hábitos alimentares. A presença de obesidade na infância pode provocar sérias complicações no futuro. A questão do preconceito é evidenciada com frequência nos casos de obesidade infantil e isso pode levar a um quadro de depressão, afetando os aspectos psicológicos do desenvolvimento da criança.

Mesmo sabendo dos malefícios causados por esse tipo de alimentação, o consumo desses produtos vem aumentando cada vez mais em função dos comerciais, das lojas e das promoções. Tudo parece muito lindo, crianças felizes, rapidez, facilidade, custo relativamente baixo, atendentes felizes e capazes de realizar todos os seus desejos. Isso tudo é a influência que a mídia procura exercer sobre nossa vontade, e ela é tão cruel que do jeito que nos mostra faz parecer que não seremos felizes se não consumirmos aqueles alimentos. Crueldade maior ainda no que se refere às crianças, pois lança produtos com brindes de seus personagens favoritos e ainda ilude os pais com algumas informações erradas, convencendo pais e filhos que determinado produto é essencial para seu crescimento e desenvolvimento. Na maioria das vezes, está contribuindo para o crescimento da obesidade e de outras doenças graves.

Não são apenas os maus hábitos alimentares que contribuem para o crescimento assustador da obesidade infantil. Hoje, devido à preocupação com a segurança ou mesmo por um estilo de vida particular, as crianças não brincam mais na rua, correndo ou passeando de bicicleta, e acabam passando muito tempo em frente da TV, assistindo a filmes e desenhos que muitas vezes estimulam a violência, ou ficam muitas horas jogando videogame ou em frente do computador, quase sempre acompanhadas por algum tipo de alimento excessivamente energético. Essas práticas acabam por deixar a criança sedentária, contribuindo para agravar o quadro de obesidade infantil, sem contar o prejuízo das relações sociais, pois a convivência com outras crianças fica restrita apenas ao ambiente escolar.

A atividade física combate e previne a obesidade infantil. Em relação a isso, sabe-se que ser fisicamente ativo desde a infância apresenta muitos benefícios, não somente em termos corporais, mas também nas relações sociais. A atividade física melhora o desenvolvimento motor da criança, ajuda no seu crescimento e estimula a participação futura em programas de atividade física, podendo até aumentar a autoestima de crianças e adolescentes com histórico de depressão. Uma criança que assiste regularmente televisão não só está inativa, como também sofre a influência das propagandas, que promovem maior ingestão de alimentos ricos em gorduras e açúcares e de baixo valor nutricional.

Alguns estudos mostram que a média de comerciais de produtos alimentícios veiculados na TV por hora varia em torno de 10, sendo que nos horários destinados à programação infantil esse número é bem maior. Os comerciais de alimentos destinados às crianças são bem trabalhados e desenvolvidos, suas criações envolvem personagens e técnicas de marketing capazes de sensibilizar não só as crianças, mas também os seus pais. A grande maioria das propagandas é de alimentos pertencentes ao grupo que menos devemos comer. A exposição das crianças a esse tipo de propaganda estimula o aumento do consumo desses alimentos e contribui para o crescimento da obesidade infantil.

Para ajudar a melhorar a situação nutricional de nossas crianças e adolescentes é imprescindível a participação ativa da família, dos professores e da comunidade escolar, já que as crianças reproduzem as práticas de seus familiares e educadores. O que se deve fazer é a sensibilização deles para o problema em questão e, conjuntamente, estimular a prática da alimentação saudável.

A presença de um profissional de saúde para auxiliar no processo é importantíssima e a escola tem papel fundamental na construção dos hábitos alimentares corretos das crianças.

 

Nutrientes são compostos químicos presentes nos alimentos e que podem ser aproveitados pelo nosso organismo para sua manutenção ou crescimento.

Nutrientes não-essenciais: aqueles que podem ser produzidos pelo corpo humano a partir de outros compostos.

Nutrientes essenciais: o organismo humano não é capaz de produzi-los, sendo necessário obtê-los por meio da alimentação. O organismo humano se encarrega de transformar os alimentos ingeridos em nutrientes pelo processo conhecido como digestão. Para que possamos realizar nossas atividades diárias, nosso corpo precisa de energia. Obtemos essa energia dos alimentos. O processo digestório permite a utilização da energia contida em alguns nutrientes. Todos os alimentos que comemos são transformados em nutrientes, mas nem todos os nutrientes são transformam em energia. Esta energia, chamada de caloria, possui uma unidade de medida, abreviada por cal ou kcal. É o combustível utilizado pelo corpo humano para realizar atividades. Os nutrientes que oferecem energia ou calorias, ao organismo são conhecidos como macronutrientes (carboidratos, proteínas e os lipídios ou gorduras).

A quantidade de energia fornecida por grama de cada macronutriente é:

Carboidratos (4 kcal/g);

Proteínas (4 kcal/g);

Lipídios (9 kcal/g).

A quantidade de energia diária necessária ao ser humano varia de acordo com o peso e a idade em uma escala que vai de zero até 2500 calorias.

Os macronutrientes são: Carboidratos ou açúcares ou glicídios: Possuem função principalmente energética. São utilizados pelos músculos para realização de movimentos e são armazenados no fígado para manutenção da glicemia. Quando em excesso, os carboidratos são transformados em gorduras ou lipídios, a fim de economizar a energia excedente para situações em que o corpo realmente necessitar dela. Alterações no metabolismo da glicose podem ser indicativas de doenças.

Existem também os micronutrientes, que, apesar de não serem transformados em energia, são importantes para a realização de outros processos biológicos, como a visão, o crescimento, a formação óssea, a proteção e defesa do corpo etc.

Os micronutrientes são:

Vitaminas: estão presentes em diferentes tipos de alimentos (animais e vegetais) e auxiliam no crescimento, na proteção contra infecções e na manutenção da saúde. O corpo precisa de quantidades pequenas desses nutrientes, mas mesmo assim são indispensáveis. A falta e/ou o excesso de vitaminas podem causar distúrbios nutricionais e problemas de saúde decorrentes da má nutrição.

Exemplos de função e fontes de vitaminas

Vitamina A: Mantém a saúde dos tecidos da pele, do globo ocular e das mucosas em geral. Sua carência na alimentação resulta em perturbações visuais, cegueira noturna, escamação da pele, ressecamento da garganta e cabelos quebradiços.

Principais fontes: Abacate, Acelga, Abóbora, Brócolis, Cajú, Chicória, Mamão, Melão, Cenoura, Espinafre, Manga, Pêssego.

Vitamina B1 (Tiamina): Regula a eliminação de substâncias inúteis ao organismo e o sistema nervoso. Estimula o apetite, favoreçe o desenvolvimento físico e mental. Sua carência resulta em inapetência, dificuldade digestiva, dores musculares e debilidade nervosa. Em casos esxtremos pode ocorrer beribéri.

Principais fontes: Amêndoa, Arroz integral, Castanha-do-Pará, Amendoim, Aveia, Lêvedo de cerveja.

Vitamina B2 (Riboflavina): Responsável pela alimentação das células cerebrais e nervosas em geral. Contribui também na manutenção dos tecidos da pele e dos olhos. Sua carência resulta em lesões na língua, nas mucosas da boca e ao redor do nariz, torna os lábios secos e a língua avermelhada, pode causar distúrbios oculares tais como catarata e glaucoma.

Principais fontes: Abacate, Amendoim, Amêndoa, Brócolis, Castanhas, Espinafre, Feijão branco, Lêvedo de cerveja.

Vitamina B5 (Niacina): Assim como as demais vitaminas do complexo B, a Niacina age sobre os tecidos da pele e sobre as células nervosas. Além disso, influi favoravelmente nas funções do aparelho digestivo. Sua carência resulta em dermatoses e manchas na pele.

Principais fontes: Amendoim, Castanha-do Pará, Lêvedo de cerveja, Pimentão, Trigo integral.

Vitamina B6 (Piridoxina): Também atua sobre as células nervosas e os tecidos da pele.

Principais fontes: Farelo de trigo (fibras), Germe de trigo, Leite, Lêvedo de cerveja, Melado de cana.

Vitamina B12 (Cobalamina): Combate vários tipos de anemia. Atua sobre as células nervosas e favoreçe a absorção das proteínas e aminoiácidos. Sua carência resulta em anemia perniciosa e perturbações nervosas.

Principais fontes: Amêndoa, Batatas, Cereais integrais, Germe de trigo, Hortaliças de cor verde, Leite, Lêvedo de cerveja.

Vitamina C (Àcido ascórbico): Proteção e resistência. Fortaleçe o sistema de defesa do organismo e os capilares sanguíneos. Sua carência resulta em predisposição às infecções, gripes, resfriados, alergias e debilidade geral. As carências crônicas podem causar escorbuto e depressão mental.

Principais fontes: Abacaxi, Acerola, Alho, Alface, Cajú, Cebola, Espinafre, Goiaba, Laranja, Limão, Pimentão.

Vitaminas D (D1, D2, D3): Regula a absorção, pelo organismo, do cálcio e do fósforo presente nos alimentos. Sua carência na infância resulta em raquitismo e formação anormal dos ossos e dentes. A carência desta vitamina favoreçe o surgimento de cáries, osteoporose e amolecimento dos ossos.

Principais fontes: Banhos de sol, Gema de ovo, Leite e seus derivados.

Vitamina E: É responsável pelo fortalecimento do sistema muscular e reprodutor. Sua carência pode resultar em abortos involuntários, esterilidade e dores musculares.

Principais fontes: Abacaxi, Alface, Amendoim, Banana, Couve, Germe de trigo, Soja.

Vitamina H: Proporciona saúde e beleza à pele. É também indispensável na coordenação motora. Sua carência resulta em caspa, debilidade geral, dores musculares, eczema, seborréia e sonolência excessiva.

Principais fontes: Arroz integral, Aveia, Banana, Germe de trigo, leite, Lêvedo de cerveja.

Vitamina K (Potássio): Fortaleçe os vasos sanguíneois, favoreçe a coagulação do sangue e mantém o equilíbrio do sistema circulatório. Sua carência resulta em hemorragias.

Principais fontes: Algas marinhas, Cebola, cenoura, Couve, Espinafre, Iogurte integral.

Vitamina P (Àcido cítrico): Tem funções parecidas com as da Vitamina C. Além disso, proporciona resistência aos vasos sanguíneos, aos tecidos da pele e fortaleçe o sistema imunológico. Sua carência resulta em escorbuto e predisposição às infecções.

Principais fontes: Cidra, Laranja, Lima, Limão e Tangerina.


Um dos grandes problemas dos aditivos químicos são as consequências que estes podem trazer ao corpo humano. Não se pode controlar a quantidade ingerida nem fugir deles, pois estão presentes em todos os alimentos industrializados. Muitas vezes, diferentes alimentos apresentam aditivos semelhantes, o que torna o consumo cumulativo. Quanto maior o consumo de alimentos industrializados, proporcionalmente maior será a ingestão de aditivos químicos. Considerando esse aspecto cumulativo, é impossível prever a sua toxicidade a longo prazo. As reações provocadas no nosso organismo pelo consumo de aditivos químicos ainda são objeto de pesquisas, porém sabe-se que existem casos de reações alérgicas, desenvolvimento de câncer e problemas no sistema digestivo, além de outros, decorrentes da ingestão desses compostos.

Os alimentos industrializados estão fazendo parte de nossa alimentação com mais frequência a cada dia que passa. A alimentação se tornou mais acessível. Os alimentos industrializados, principalmente, exigem tecnologia e passam por todo um processo de fabricação, embalagem e distribuição. Além disso, as indústrias podem manipular os ingredientes dos alimentos que elas vendem com o objetivo de torná-los “agradáveis” para seu consumidor. Por esse motivo, os alimentos industrializados são, em geral, mais caros e possuem substâncias conhecidas como “aditivos” que apresentam funções diversas: conservar por mais tempo, melhorar o sabor, alterar a cor, acrescentar cheiro (ou aroma) e/ou mudar a consistência dos alimentos, além de outras finalidades. Entretanto, nem todas essas substâncias utilizadas podem ser encontradas na natureza. Algumas são resultados de estudos e desenvolvidas em laboratórios, mas não se sabe ao certo quais seriam as consequências da ingestão dessas substâncias, no organismo humano.

Existe legislação sobre os aditivos alimentares. O órgão que fiscaliza a aplicação dessas regras é a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Todas as indústrias que utilizam aditivos devem respeitar as quantidades estabelecidas pela Anvisa bem como discriminá-los no rótulo dos respectivos alimentos.

Alimentos para fins especiais, ou seja, os formulados para atender necessidades específicas, devem ter no rótulo a respectiva designação, seguida da finalidade a que se destina (exemplos: diet, light, enriquecido em vitaminas, isento de lactose). Em alguns casos, é obrigatória a utilização de alertas, como: “Contém fenilalanina” (alimentos com adição de aspartame) ou “Diabéticos: contém sacarose” (alimentos contendo açúcar).

Os aditivos químicos devem ser listados como ingredientes do alimento, obedecendo à ordem decrescente de quantidade, ou seja, o primeiro da lista apresenta-se em quantidade maior do que o segundo, e assim sucessivamente até o último, que está presente em menor quantidade do que todos os outros listados antes dele.

Funções dos principais aditivos químicos:

Corantes têm a função de “colorir” os alimentos, fazendo com que os produtos industrializados tenham uma aparência mais parecida com os produtos naturais. Eles são extremamente comuns, já que a cor e a aparência têm um papel importantíssimo na aceitação dos produtos pelo consumidor. Os corantes são encontrados na grande maioria dos produtos industrializados.

Aromatizantes têm por função dar gosto e cheiro aos alimentos industrializados, realçando o sabor e o aroma.

Conservantes são utilizados para evitar a ação dos microorganismos que agem na deterioração dos alimentos, fazendo com que durem mais tempo sem estragar.

Antioxidantes assim como os conservantes, os antioxidantes procuram manter os alimentos em boas condições de consumo por mais tempo.

Estabilizantes são utilizados para manter a aparência dos produtos, tendo como principal função estabilizar as moléculas, pequenas partes que compõem os alimentos. Ao misturar dois ou mais ingredientes, são os estabilizantes que permitem que o produto final tenha, por inteiro, o mesmo aspecto e não características diferentes de cada componente (emulsão).

Acidulantes são utilizados principalmente nas bebidas e têm função parecida com a dos aromatizantes. Os acidulantes podem modificar a doçura, além de conseguir imitar o sabor de certas frutas e dar um sabor ácido ou agridoce nas bebidas.

 

 

Fibras: Substância presente em alimentos integrais, frutas e verduras, que auxiliam no processo gastrointestinal. Representam um tipo especial de carboidratos que não fornece energia, mas desempenha funções importantes em nosso organismo. As fibras alimentares originam-se exclusivamente de plantas e possuem diferentes propriedades físicas, químicas e biológicas. No corpo humano, elas chegam intactas ao nosso intestino, ou seja, passam sem serem digeridas por todo o processo digestório, e é no intestino que as fibras exercem sua função essencial de formar as fezes e colaborar em sua eliminação.

Existem basicamente dois tipos de fibras, as solúveis e as insolúveis. Apesar de ambas auxiliarem o funcionamento do intestino, elas apresentam funções diferentes:

Fibras insolúveis: presentes nos grãos e cereais integrais auxiliam na formação das fezes.

Fibras solúveis: presentes nas frutas e nos sucos puros polposos, verduras e legumes, auxiliam na normalização da microbiota intestinal, são eficientes para tratamento da constipação intestinal, também conhecida como “intestino preso”. As fibras ainda atuam de outras maneiras, auxiliando na redução do colesterol, controle da glicemia e prevenção de doenças cardiovasculares.

Principais fontes: Arroz integral, Aveia, Cevada em grão, Centeio, Ervilha, Germe de trigo, Grão de bico, Lentilha, Macarrão integral, Milho, Soja, Trigo integral.

Microbiota: O intestino humano possui, normalmente, bactérias em seu interior. Esse ambiente formado pelas bactérias em nosso intestino recebe o nome de microflora ou microbiota. A microbiota intestinal é importante tanto para as funções metabólicas quanto para a resistência contra infecções bacterianas, desde que se mantenha num padrão de crescimento considerado normal, sendo que a alimentação saudável com suco puro contribui para isso.


Minerais: Desempenham funções como manutenção do equilíbrio dos líquidos corporais (água, sangue, urina), transporte de oxigênio para as células, formação dos ossos, controle da contração muscular e dos batimentos cardíacos, transmissão de mensagens pelo sistema nervoso, entre outras. O corpo necessita de quantidades bem reduzidas desses nutrientes, mas eles só podem ser obtidos por meio da alimentação saudável com frutas ou suco puro. A necessidade de minerais pode variar de acordo com o indivíduo: pessoas que praticam atividade física intensa podem eliminar grandes quantidades de minerais pelo suor e/ou pela urina, aumentando suas necessidades diárias; pessoas com problemas nos rins podem ter dificuldades para excretar alguns minerais, o que requer uma redução na ingestão destes.

Exemplo de função e fontes de minerais

Ferro: Transporte do oxigênio que respiramos e formação de células do sangue.

Cálcio: Para um crescimento adequado, a presença de cálcio na alimentação é indispensável, pois esse mineral participa da formação dos ossos e dentes. Não consumir alimentos que são fontes de cálcio implica maior risco, principalmente para as mulheres, de adquirirem osteoporose, uma doença com controle, porém sem cura. Grande parte do cálcio que ingerimos é depositada em nossos ossos. Caso a ingestão de cálcio seja inferior ao que necessitamos, o cálcio já depositado no osso será reabsorvido pelo nosso organismo, ou seja, ocorrerá a desmineralização dos ossos, caracterizando a osteoporose. As pessoas que possuem essa doença apresentam maior facilidade de fraturar os ossos.

Principais fontes: Leite de vaca ou de cabra, Caruru, Couve, Cominho, Soja (farinha), Melado, Ovos.

Sódio: Controla a quantidade de líquidos no corpo.

Potássio: Transmissão de mensagens pelo sistema nervoso.

Iodo: Formação de hormônios.

 

Água: É um dos principais componentes do corpo humano. Não oferece energia, porém está envolvida em praticamente todas as reações que ocorrem em nosso organismo, como controle da temperatura, transporte de nutrientes pelo sangue, eliminação de substâncias pelo suor e/ou urina (ou limpeza/filtração do sangue), entre outras. É importante lembrar que a água está presente na maioria dos alimentos, mesmo que não seja visível, e é ela que permite a vida humana O equilíbrio da água em nosso corpo também depende do ambiente e/ou situações cotidianas: em dias quentes ou aqueles em que praticamos esportes, devemos tomar mais água.

 

ÁGUA + SUCO PURO = SAÚDE


Glicemia é a quantidade de glicose presente em nosso sangue. A glicose é o carboidrato utilizado em maior quantidade pelo nosso organismo. Em geral, quando comemos muito nossa glicemia aumenta, ao passo que quando comemos pouco ela se mantem baixa.

Metabolismo é o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. Por exemplo, o nosso corpo metaboliza nutrientes para obter energia.

Proteínas: são nutrientes necessários para a formação de células e tecidos. As proteínas permitem o crescimento e desenvolvimento do corpo, e estão presentes nos músculos, ossos, cabelos, sangue, pele, entre outros. Elas desempenham a função de manter a estrutura corporal.

Lipídios (gorduras ou óleos): são fontes concentradas de energia, apresentando praticamente o dobro de calorias quando comparados aos outros dois macronutrientes. Quando encontrados no estado sólido os lipídios são denominados gorduras. Além da função energética, os lipídios são necessários para a formação de hormônios, proteger os órgãos e transportar alguns micronutrientes.

 

ATENÇÃO:

Gordura trans é um tipo de gordura encontrada em grandes quantidades em alimentos industrializados como as margarinas, cremes vegetais, biscoitos, sorvetes, snacks (salgadinhos prontos), produtos de panificação, alimentos fritos e lanches salgados que utilizam as gorduras vegetais hidrogenadas na sua preparação. O consumo desse tipo de gordura deve ser muito reduzido, considerando que o nosso organismo não necessita desse tipo de gordura e, ainda, porque quando consumido em grandes quantidades pode aumentar o risco de desenvolvimento de doenças do coração.


ALGUNS ADITIVOS E OS EFEITOS COLATERAIS DOS CONSERVANTES

ANTIOXIDANTES:
são compostos que previnem a deterioração dos alimentos por mecanismos oxidativos. A oxidação envolve a adição de um átomo de oxigênio ou a remoção de um átomo de hidrogênio das moléculas que constituem os alimentos. Os mais usados são ácido benzoico, nitratos e nitritos. Podem causar alergia, distúrbios gastrointestinais, dermatite, aumento de mutações genéticas, hipersensibilidade, câncer gástrico e do esôfago.

CORANTES: podem ser naturais ou sintéticos, esses, geralmente em pó ou em grãos, são tóxicos. Como, porém, a concentração usada é muito pequena, não chega a ser preocupante. Mesmo assim, certos corantes permitidos no Brasil (a exemplo do Allura) foram proibidos em vários países (como o Canadá), porque podem causar reações alérgicas, convulsões e câncer.

ESPESSANTES OU ESTABILIZANTES: a principal função é aumentar a viscosidade do produto final, bem como estabilizar emulsões. A formação e a estabilização de espuma em vários produtos também são efeitos desses aditivos. Podem provocar irritação da mucosa intestinal e ação laxante.

UMECTANTES: responsáveis por manter o alimento úmido e macio. No coco ralado, por exemplo, é adicionada glicerina. Nos marshmallows, adiciona-se monoestearato glicérico. Podem causar distúrbios gastrointestinais e da circulação pulmonar.

 

ACIDULANTES (ÁCIDO ACÉTICO): aumentam a acidez, ou simplesmente dão ou intensificam o sabor ácido. Pode ajudar na conservação, por atenuar o aparecimento de certos microorganismos ao aumentar o Ph do meio. Aumentam ainda a eficácia de conservantes. Quando usados demasiadamente, podem provocar cirrose hepática, descalcificação dos dentes e dos ossos.

 

FLAVORIZANTES: são responsáveis por dar ao produto industrializado sabor característico ao in natura. Podem causar câncer e alergias.

GORDURA TRANS: é a gordura vegetal transformada em gordura sólida. Também conhecida como óleo hidrogenado, é usada para dar crocância e consistência aos produtos industrializados. Causa obesidade, câncer de mama e doenças cardivasculares, em decorrência do aumento do colesterol ruim e da diminuição do colesterol bom.

AGENTES ADOÇANTES: estão presentes em produtos destinados a consumidores que precisam de restrição calórica, portadores de diabetes ou pessoas que têm problemas ao ingerir certos açúcares. Os mais usados na indústria são o aspartame e os elaborados a partir de ciclamato de sódio e sacarina sódica, que podem provocar câncer, o que ocorreu com estudos em ratos. Por isso, embora vendidos livremente no Brasil, foram proibidos nos EUA, ainda que sem testes em seres humanos.


Agrotóxicos são quaisquer produtos de natureza física, química ou biológica que têm objetivo de exterminar pragas ou doenças que ataquem as plantações. Os agrotóxicos podem ser:

Pesticidas ou praguicidas – combatem insetos em geral.

Fungicidas – atingem os fungos.

Herbicidas – eliminam as plantas invasoras ou daninhas.

No Brasil, a sua utilização tornou-se evidente a partir da década de 1960. Em 1989 foi sancionada a Lei, que regula a pesquisa, a experimentação, a produção, a embalagem e rotulagem, o transporte, o armazenamento, a comercialização, a propaganda comercial, a utilização, a importação, a exportação, o destino final dos resíduos das embalagens, o registro, a classificação, o controle, a inspeção e a fiscalização de agrotóxicos, seus componentes e afins. A partir dessa lei, os agricultores foram liberados para comprar e utilizar, racionalmente, esses produtos. Quando bem utilizados, os agrotóxicos impedem a ação de agentes nocivos, sem estragar, contaminar ou prejudicar os alimentos. Porém, se os agricultores não tiverem alguns cuidados durante o uso, os agrotóxicos podem afetar o ambiente e a saúde das pessoas.

Os erros mais comuns são:

• Utilização de doses de agrotóxicos maiores do que as necessárias.

• Realização da colheita antes do tempo de degradação para o agrotóxico.

• Pulverização do agrotóxico sobre o próprio corpo.

O manuseio inadequado de agrotóxicos é, portanto, um dos principais responsáveis pelo acúmulo dessas substâncias nos alimentos. A ação delas no organismo humano pode ser rápida (intoxicação aguda) ou lenta (intoxicação crônica), chegando, em alguns casos, a demorar anos para se manifestar. A intoxicação por agrotóxicos tem causado diversas vítimas fatais, além de abortos, fetos com má-formação, suicídios, câncer, dermatoses (doenças da pele) e outras doenças. Segundo a Organização Mundial da Saúde, há 20.000 mortes/ano em conseqüência da manipulação, inalação e consumo indireto de pesticidas nos países em desenvolvimento. O Brasil hoje utiliza agrotóxicos em larga escala e as intoxicações por essas substâncias estão aumentando tanto entre os trabalhadores rurais que ficam expostos, como entre pessoas que se contaminam por meio do consumo de alimentos. Alguns estudos já relataram a presença de agrotóxicos no leite materno, o que poderia causar defeitos genéticos nos bebês nascidos de mães contaminadas.

São encontrados, principalmente, em vegetais (verduras, legumes, frutas e grãos). Entretanto, alimentos de origem animal (leite, ovos, carnes e frangos) podem conter substâncias nocivas que chegam a contaminar o organismo animal no momento em que este se alimenta de água ou de ração impregnadas por agrotóxicos. Atualmente, a população, não satisfeita em consumir alimentos que possam conter resíduos tóxicos, está exigindo a produção de alimentos fabricados e armazenados sem agrotóxicos. Os alimentos orgânicos – isentos de agrotóxicos – estão ganhando a atenção dos consumidores interessados nesse assunto. A Anvisa é responsável por fiscalizar produtos contaminados por agrotóxicos. Se uma empresa vender produtos que têm contaminantes em excesso – a ponto de prejudicar o ambiente ou a saúde – ela deverá sofrer advertência, multa ou apreensão do produto.

Na prática, devemos controlar o consumo de alimentos industrializados, diversificando ao máximo a alimentação. O ideal é utilizar alimentos naturais, se possível orgânicos (ou sem agrotóxicos), consumindo os industrializados quando não houver alternativa e, de preferência, em pequenas quantidades. Assim, eliminamos o risco de estar acumulando altos níveis de substâncias químicas que possam ser nocivas ao nosso organismo.


ATENÇÃO:

LEIA AS INFORMAÇÕES CONTIDAS NOS RÓTULOS DOS PRODUTOS QUE VOCE ESTÁ CONSUMINDO. ATENÇÃO AO EXCESSO DE AÇÚCAR, CORANTES, CONSERVANTES, ACIDULANTES, AROMATIZANTES, ETC... ETC...!

MANTENHA HÁBITOS ALIMENTARES SAUDÁVEIS E CONSULTE SEU MÉDICO E/OU NUTRICIONISTA REGULARMENTE!

BEBA SUCO PURO!






  CENTRAL DE VENDAS: CASA DO SUCO SERRANA (RSC 453 - KM 116 - FARROUPILHA/RS - F54-32616857)
 
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